terça-feira, janeiro 13, 2015
Resenha: Tamanho 44 Também Não É Gorda
terça-feira, janeiro 13, 2015Autora: Meg Cabot Série: Heather Wells – 2 Editora: Galera Record Gênero: Ficção estrangeira, ch...
Autora: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Gênero: Ficção estrangeira, chick-lit
Páginas: 415
ISBN: 9788501080257
Tradução: Ana Ban
Classificação: ★★★★★ (5/5)
Tradução: Ana Ban
Classificação: ★★★★★ (5/5)
Também fiz resenha do livro anterior, Tamanho 42 Não é Gorda. Clique aqui para ler.
Eu
não pensava de forma alguma que Tamanho 44 Também Não É Gorda conseguiria ser
melhor do que o primeiro livro da série, mas foi. Eu não estou brincando quando
digo que Meg Cabot possui um dom.
Na
segunda aventura de Heather Wells, a cabeça de uma líder de torcida é
encontrada cozinhando em uma panela na cozinha do Conjunto Residencial Fisher,
até então já apelidado de Alojamento da Morte. Mesmo com sua melhor amiga,
Patty, e Cooper a alertando para não se envolver nas investigações dessa vez,
Heather não consegue confiar plenamente na polícia e acaba mergulhando de
cabeça – sem trocadilhos – no caso.
Como
se o trabalho de uma detetive amadora já não fosse difícil o suficiente, ela
também precisa continuar lidando com os problemas de sua vida pessoal: seu pai
saiu da cadeia, onde permaneceu por 20 anos por sonegação de impostos, e pediu
para morar um tempo com ela; seu ex-noivo, Jordan, insiste que ela compareça ao
seu casamento com a nova estrela do pop Tania Trace; os residentes do Conjunto
Fisher continuam se metendo em confusão, principalmente o estudante de cinema
Gavin; ela não para de receber propostas do marido de Patty, que é um astro do
rock, para cantar uma de suas composições em um de seus shows; e ela ainda não
decidiu o que fazer com os quilinhos extras que ganhou durante os feriados de
fim de ano.
Uma
coisa interessante é que alguns personagens sem pouca importância no primeiro
livro voltaram a aparecer, dessa vez com mais relevância para a história. Eu
gosto muito de como a Meg sempre recicla personagens, além de adicionar outros
ao enredo. O Gavin é um dos meus personagens favoritos (mesmo só tendo
aparecido antes por alguns parágrafos, eu sei, sou pirada) e transbordei de
alegria por ele ganhar mais destaque e mostrar mais do que apenas seu lado baderneiro.
O
Jordan foi outro que teve a personalidade melhor explorada, principalmente
quanto ao seu relacionamento com Heather. E, além de ganharmos um bom vislumbre
dos atuais sentimentos de um para o outro, finalmente Cooper começa a
demonstrar o que pensa sobre essa relação – que, aos olhos dele, é amigável demais.
Enfim,
é um livro ótimo, fez jus ao seu predecessor. De início eu só queria que o
Cooper tivesse deixado seus sentimentos mais claros, mas, pensando melhor, isso
teria sido uma mudança muito abrupta de comportamento. Também me deixou mais
ansiosa pela continuação, é claro (mas não se preocupem, não o suficiente para
querer arrancar a cabeça de alguém).
