quarta-feira, janeiro 21, 2015
Resenha: Hex Hall – A Maldição
quarta-feira, janeiro 21, 2015Autora: Rachel Hawkins Série: Hex Hall – 2 Editora: Galera Record Gênero: Ficção estrangeira, sobrenatural Páginas: 320 ISB...
Autora: Rachel Hawkins
Série: Hex Hall – 2
Editora: Galera Record
Gênero: Ficção estrangeira, sobrenatural
Páginas: 320
ISBN: 9788501097163
Tradução: Camila Mello
Classificação: ★★★★★ (5/5)
Mais informações no site da editora.
Esta é a continuação de Hex Hall – Sortilégio, também já resenhado por mim. Se você quiser saber o que achei dele, é só clicar no título. E atenção, esta resenha contém spoilers do livro anterior!
Depois de tudo que aconteceu com Sophie em seus primeiros meses no Hex Hall, não foi exatamente uma surpresa ela ter decidido passar pela remoção. Como nenhum argumento encontrado por seus pais nos seis meses seguintes conseguiu dissuadi-la da ideia, seu pai tentou um último recurso: convidou Sophie para passar as férias com ele, na Inglaterra, a fim de aprender mais sobre como ser um demônio e parar de se considerar um monstro. Caso, no fim das férias, ela não estivesse convencida disso, então poderia passar pela remoção, por mais que isso pudesse significar, talvez, perder sua vida.
Entretanto, não são passeios turísticos que aguardam Sophie na Inglaterra, mas um ambiente cheio de tensão, prestes a explodir. O conselho acabou de sofrer um ataque do L'Occhio di Dio e, por isso, se refugiou na Abadia Thorne, uma mansão ancestral no interior do país. Apesar do feitiço utilizado para, anos atrás, transformar Alice em demônio estar teoricamente trancado, alguém havia o utilizado recentemente para criar mais dois demônios, Daisy e Nick. Como se isso já não fosse ruim o suficiente, Archer a procura novamente para mostrar algo importante – algo que pode mudar sua concepção sobre quem está certo ou errado nesta guerra.
O segundo livro da série Hex Hall é, sem sombra de dúvida, muito melhor do que o primeiro. Além de a trama ter permanecido completamente fascinante e surpreendente, os personagens finalmente se desenvolveram o suficiente para cativar o leitor. Muitas dúvidas que ficam no final do primeiro livro – principalmente sobre a índole de Archer – são enfim esclarecidas, a narração flui de forma muito mais natural e o sarcasmo de Sophie, graças a Deus, dessa vez é realmente engraçado. Ainda existem alguns pontos que a autora poderia ter desenvolvido melhor para fugir do cafona, mas, nossa, já foi uma evolução e tanto.
O final do livro foi, literalmente, de tirar o fôlego. Um dos melhores finais que eu me lembro de ter lido ultimamente. Desses que te fazem sorrir de orelha à orelha, xingar a autora com todas as palavras mais feias e morrer de ansiedade pela continuação, sabe?
